29/06/10

Orquestra Desconcertante

Um contratempo

Um percalço no caminho

Um vendaval no moinho

Rasga os sonhos coloridos

Com muitas cores neutras

E outros tantos desejos aborrecidos

De sujeitos afortunadamente empobrecidos

Pelos delírios malditos divinos

Uns agoiros enfurecidos

Frutos frescos apodrecidos

O contra senso da censura

Gera a maldição pura e dura

Que se esvai na maldita clausura

De soltar melancólicas baladas

Duma sonora orquestra sem partitura

Um grito fino ecoa, o soprano escoa

Este e outros prantos levam avante

O som profano, desconcertante.

1 comentário:

Jason laucht disse...

i wish i understan what u wrote here :P